3 de outubro de 2015

Resenha: As Crônicas de Nárnia - A Viagem do Peregrino da Alvorada - C.S.Lewis


Olá amigos! Hoje é dia de mais uma resenha. E já era tempo de eu terminar este capítulo! O livro é As Crônicas de Nárnia: A Viagem do Peregrino de Alvorada.


Título: A Viagem do Peregrino da Alvorada
Número de Páginas: 118
Gênero: Fantasia, Utopia

Este livro narra as aventuras de Lúcia e Edmundo, juntamente com o primo Eustáquio e o agora rei Caspian, a bordo do navio Peregrino da Alvorada. Juntos têm a missão de saber o que aconteceu com os sete fidalgos que foram enviados para desbravar o oceano oriental por Miraz, tio de Caspian, conforme é narrado em Príncipe Caspian.
Desta vez Lúcia e Edmundo entram no mundo de Nárnia enquanto estavam passando as férias na casa do inconveniente primo Eustáquio, através dum quadro que os pais de Eustáquio ganharam de presente de casamento, o qual estava pendurado no quarto onde Lúcia estava hospedada. Nesta viagem eles encontram inúmeras aventuras em diversas ilhas que encontram ao longo dos mares desconhecidos, habitadas por dragões, povos não muito amigáveis, e criaturas estranhas como os Tontópodes.


“Coisas extraordinárias acontecem apenas com pessoas extraordinárias, que estão destinadas a feitos extraordinários!”

Quando os irmãos Lúcia e Edmundo tiveram que ir para casa de seus tios Arnaldo e Alberta, pais de Eustáquio, pois os seus pais tinham viajado para os Estados Unidos para trabalho e levaram apenas Susana, e Pedro passaria as férias estudando com o professor Kirke ( dono da casa onde encontraram pela primeira vez a passagem para Nárnia através do guarda-roupa, que originou a história de O Leão, a Feiticeira e o Guarda-roupa ), mas como este tinha perdido tudo, não tinha possibilidades de receber os três irmãos, os dois mais novos acabaram por ter mesmo que ficar na casa do primo. Eustáquio era uma pessoa terrível que gostava de zoar e ridicularizar os seus primos e as suas histórias. Quando os três se encontravam num dos quartos da grande casa, o quadro que retratava um barco em alto-mar começou a transbordar de água e logo, sem nem perceberem como, estavam verdadeiramente no meio do mar sendo resgatados pelo navio narniano Peregrino da Alvorada e sendo recebidos alegremente por Caspian, agora rei. Juntos embarcam (literalmente) numa jornada para encontrarem os sete fidalgos perdidos que tinham sido enviados pelo pai de Caspian para os Mares Orientais e as Ilhas Solitárias em descobrimentos. 
Ao se aventurarem por terras desconhecidas, passaram por vários desafios e pouco a pouco encontraram os lordes. Apesar de terem sido raptados, vendidos, passado por tempestades, transformações físicas, Serpentes do Mar, seres invisíveis, livros mágicos de feitiços e escuridão total, finalmente chegaram ao destino que tanto todos queriam, e encontrados todos os fidalgos, alguns mortos outros vivos, segue-se a próxima aventura que era o objetivo de Ripchip desde o começo: encontrar e entrar no país de Aslam. Assim o navio, apenas com os mais valentes seguiu o seu caminho.  Apesar de muita insistência, Caspian voltou com o resto da tripulação para Nárnia, e acabou por se casar com a estrela filha de Ramandu,  e apenas Ripchip, Lúcia, Edmundo e Eustáquio seguiram para o Fim do Mundo. Lá Aslam explica como Lúcia e Edmundo poderão achá-lo no seu próprio mundo e sendo esta a sua última aventura, partem para a casa de Arnaldo e Alberta. Ripchip, valente e digno foi recebido do país de Aslam.
Eustáquio passou por aventuras que ele jamais pensou existirem e se tornou uma pessoa bem melhor,  e depois duma experiência forte com Aslam se transformou totalmente, o que o fará retornar a Nárnia no próximo livro A Cadeira de Prata

"- Está também no nosso mundo? - perguntou Edmundo.
(Aslam) - Estou. Mas tenho outro nome. Têm de aprender a conhecer-me por esse nome. Foi por isso que os levei a Nárnia, para que, conhecendo-me um pouco, venham a conhecer-me melhor."

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Um comentário:

  1. Para mim, a saga de "As Crônicas de Nárnia" é uma das melhores que já criaram ! Uma historia que prende a atençao dos leitores ( e telespectadores, também ), e nos leva a um mundo de imaginação e infinitas aventuras. Uma das coisas que mais me impressionam é a forma que os filmes respeitam e reproduzem tudo o que é dito no livro, sem grandes mudanças.

    Grande abraço, meninas.

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